SRPCBA

Proteção Contra Incêndios

  • 04, Dezembro de 2014

O Secretário Regional da Saúde disse 4ª feira, 3 de Dezembro, que o Manual de Boas Práticas para a Proteção Contra Incêndios em Cidades Património Mundial, implementado no âmbito do projeto HeritProt, mostra “a importância da cooperação Europeia na persecução de objetivos específicos”. Segundo Luís Cabral, o projeto contou com a participação de nove cidades europeias, classificadas como Património Mundial, que partilharam conhecimentos com vista à sua proteção, tendo em conta que são locais que, pela sua história, têm limitações e constrangimentos no desenvolvimento das questões de segurança e “é preciso conciliar o desenvolvimento com o património”. O Secretário da Saúde sublinhou o valor desta iniciativa, quer pelos resultados práticos que são válidos para a cidade de Angra, como também trarão ensinamentos úteis para outras localidades dos Açores, que não sendo património Mundial, são locais de interesse histórico e patrimonial e têm os mesmos constrangimentos. Os planos mencionados descrevem as boas práticas a implementar, enquadrando-as com os aspetos legais em vigor, com as entidades envolvidas na sua execução, bem como com aspetos técnicos requeridos para o seu desenvolvimento. Com o intuito de aplicar os conceitos apreendidos e sistematizados ao longo do Projeto Heritprot, foram estudadas e estruturadas as fragilidades no que concerne à segurança contra incêndios em Angra do Heroísmo, através de um levantamento e diagnóstico. São parceiros do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores na implementação do plano agora definido a Direção Regional da Cultura, a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Angra do Heroísmo, o Museu de Angra do Heroísmo, a Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo e a Diocese de Angra. As boas práticas constantes dos planos implementados passam pela avaliação do risco e segurança contra incêndios, estudo dos acessos ao centro histórico e das vias de evacuação mais expeditas e ainda a identificação e localização dos edifícios mais sensíveis e de maior risco. Contemplam, de igual modo, a obrigatoriedade de elaboração de Planos de Salvaguarda, avaliação dos elementos das equipas de intervenção e programas de formação e sensibilização vocacionada para crianças. Integraram o projeto Heriprot, representantes de nove cidades europeias parceiras, La Laguna e Cuenca (Espanha), Sighisoara (Roménia), Riga (Letónia), Varsóvia (Polónia), Vilnius (Lituânia), Holloko (Hungria),Liverpool (Reino Unido) e Angra do Heroísmo.

 

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